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Imagem: Arquivo do Blog. |
Hora de esquecer as agruras do ano que ora finda. Esquecer
as mágoas que porventura tenha acumulado ao longo do ano; esquecer os
transtornos causados pela falta de estrutura na cidade, relegados à posteridade
em nome de festas tradicionais; hora de esquecer que as eleições legaram à
posteridade uma legião de bobocas choramingando; enfim, hora de festejar... o
que mesmo?
Da mesma data do anterior, só mudou o clima, o mais continua
tudo com antes, no quartel de Abrantes. A cidade ainda agoniza, vitimada por
seu trânsito caótico; as ruas pavimentadas e escolhidas a dedo para isso agora
sofrem com o trânsito desregrado; a avenida-rio continua a dar show no período chuvoso;
o estádio de futebol continua uma eterna promessa...
E não há quem comemore? Sim, tem. O comércio, este sim,
comemora o tal “período mágico” do natal e fim de ano, o grande sentimento de
fraternidade que a todos envolve. Quem também não tem do que reclamar são os
promotores de festas, que dia-a-dia animam a patuleia e movimentam a sofrível
economia local.
Em tempo: desconfio que o grande personagem deste período, o
velhinho do trenó seja um funcionário comissionado: é ineficiente; só aparece
em um período; não responde a ninguém e se acha uma autoridade.
E tenho dito!
E tenho dito!