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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Ouvido não é pinico!

Imagem: https://falaibotirama.com


Na cidade inerte às leis as coisas permanecem como sempre. Agora sofrendo com a excessiva sonoridade dos veículos de propaganda volante. Aliás, tem vários que nem volante são mais, permanecem estacionados em frente aos comércios, em mais um desserviço à população.

E ficam todos a assistir as cenas dantescas. Qualquer pessoa, a qualquer tempo, se assim o quiser, entope o porta malas do veículo, o reboque do carro ou moto com possantes caixas de som e passa a se fazer de agência de publicidade, assim, sem nada que o incomode, sem licenças, sem permissões, como se diz - ao deus dará.

E isso acontece não é por falta de lei sobre o tema, visto que o município já conta com lei aprovada especificamente com finalidade de disciplinar essa zorra. Mas quem pode fazer algo permanece abobalhado, tentando agradar uns, visando um reconhecimento no sufrágio.

Diariamente e em horários mais absurdamente possíveis, somos bombardeados com propagandas volantes em volumes incompatíveis com o mundo civilizado. Se o veículo passa em todas as ruas, porque o volume tão alto? E se o condutor do veículo encontra um conhecido ou outro cliente, se dá ao direito de parar com o som ligado, sem maiores preocupações, pelo tempo que bem entender. Se vê até mesmo vários deles em fila, cada qual com seu trio elétrico particular a nos atormentar.

E quem será o encarregado de fazer cumprir o que manda a lei? Se a lei municipal é capenga, temos legislação estadual e federal sobre o tema, mas quem se importa? Aulas são paralisadas, reuniões interrompidas e órgãos públicos se veem frequentemente importunados com as propagandas volantes, mas ninguém se dá ao trabalho de denunciar isto, mas... denunciar pra quem? Sempre há um colega tentando na maciota encobrir reclamações dos “chegados”

E assim segue a humanidade. Em tempo: a qualidade das propagandas vai de lixo a esterco na maioria dos casos.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Stand by

Imagem: Arquivo do blog.

E o tempo passa e a cidade permanece na mesma. Se não piorou exponencialmente  também não melhorou. Continuamos à espera de dias melhores, mas uma coisa continua irritando cada vez mais: a inação perante as maluquices cometidas no trânsito local.

A cada dia parece que a cidade fica menor para a quantidade de veículos que possui. Condutores aos montes, sem mínimas condições e conhecimentos de leis de trânsito.

Piorando o quadro, outra praga urbana se alastra: os carros de propaganda volante. Os poucos que existiam já faziam barulho mais que suficiente para atazanar a vida dos munícipes e resolveu-se ampliar o tormento, pois agora temos motos com reboques, bicicletas com reboques e acima de tudo os tais paredões resolveram explorar este nicho publicitário, deficitário e incômodo.


A grande pergunta é até quando teremos que conviver com estes problemas sem que vejamos um mínimo de controle sobre estes veículos. O que esperam as autoridades para agir nesta questão? Que todos os tímpanos sejam estourados? Enquanto uns faturam outros se fingem de estátua.