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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Se quiserem, já é hora!

Imagem: Banco de Imagens Internet.


Para alguns pode até parecer cedo, mas já é hora de pequenas mudanças pela cidade. Sacudir a poeira, estalar as juntas e se por a trabalhar com mais ênfase.

Para começar, o trânsito continua a mesma zorra de sempre, com os veículos que transportam pessoas e mercadorias para a zona rural ou mesmo outros municípios estacionando ondem bem entendem, os comerciantes fazendo das calçadas uma extensão de suas gôndolas, motos pela contramão e... Oh, não! Havia esquecido que não há mais agentes de trânsito na cidade, embora no último concurso constar 3 vagas, sendo que uma delas foi ocupada e... o resto da história já foi relatada em um certo espaço geográfico de minha estima.

Para auxiliar na melhoria das condições mínimas de civilidade, existe um Código de Posturas de gaveta que continua ótimo guardado. Se o mesmo fosse adotado pra valer poderia minimizar as cenas dantescas que acontecem no cotidiano, como hoje, quando em plenas 6:30 da matina um carro de som alardeava com aquela voz de locutor entalado com rapadura que aconteceria um tal evento voltado aos idosos ainda pela manhã. Ótimo. O detalhe é que o evento deve ter sido programado a alguns dias e a propaganda já enchia nos dias anteriores e ainda precisava substituir a música suave do despertador por aquele lixo publicitário?

Por estas e outras é que deveria haver maior mobilização da população junto aos legisladores municipais, que aliás andam por onde mesmo?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A beleza dos detalhes


Quando o pessoal da limpeza pública passou a ferro algumas árvores localizadas às margens do Longá, a turma do ecologicamente correto fez rufarem os tambores da guerra, reagiu como nunca e colheu os resultados como sempre: ficou no mesmo.

Mal atentaram eles que o município derrapou neste quesito, mas acumula pontos noutro, sem que quase ninguém se dê conta. Silenciosamente, a cidade se adéqua ao conceito de coleta seletiva de lixo, como se vê na foto abaixo:

Ou muito me engano ou isso é coleta de lixo orgânico sendo feita! Baixem as armas, retirem as pinturas de guerra, nem tudo está perdido afinal.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Orgulho pátrio



Fala sério: não dá um orgulho danado ficar sob o sol escaldante esperando o caminhão do lixo passar com aquela música chata acalentadora? Me seguro para resistir à tentação de esperar o caminhão, cantando o hino municipal assim, com bandeirinha e tudo! É. Realmente agora a cantiga é outra.

Ali se resume a modernidade que Esperantina almeja. Música para alertar que a coleta do lixo já vem. Espantoso. Nunca antes na história de Cocal City...blá, blá, blá...

Já passou o afobamento inicial do primeiro caminhão de coleta - aquele com compressor de lixo, que foi embora mais rápido que salário, mas vá lá, o caminhão musical já cumpre a tarefa designada, pena que a maior sujeira, aquela que causa o atraso do município não possa ser depositada no veículo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Enquanto o carro do lixo não vem...



Andando por algumas ruas de Esperantina, qualquer pessoa que não exerça cargo eletivo percebe que em todas grande parte delas não existem lixeiras públicas.

Um item básico, barato e necessário a qualquer cidade que se preza são lixeiras públicas. Entre tantos projetos, requerimentos e indicações que inundam as sessões do legislativo municipal, bem que poderiam incluir a instalação de lixeiras em pontos estratégicos. Melhor que pedir quebra molas ineficientes, orelhões – que de qualquer forma serão instalados – ou mesmo as bajuladoras manjadas moções de aplauso.

A ausência de lixeiras é um convite ao emporcalhamento de nossas ruas - como se precisasse. Infelizmente não é raro ver transeuntes descartando seu lixo em plena via pública, com a inocência de um querubim. Se já é difícil que as pessoas usem as lixeiras – quando estas existem – imaginem alguém andar por quarteirões com o papel do chiclete consumido ou o folheto com propaganda de financeiras para jogar na lixeira de casa. Somente a instalação de lixeiras não resolve, claro, pois esta é uma questão educativo-cultural, mas ajuda a amenizar muito esse problema.


Como se percebe, nem só de “reciclagem-de-pets” no período natalino é feita a limpeza urbana. Cenas como as das fotos que ilustram a presente postagem seriam evitadas com as lixeiras instaladas. Elas não foram tiradas na periferia, onde há constantes reclamações, elas são recortes congelados do tempo e  aconteceram ao lado de uma escola, em área central. Os urubus, animais-símbolo da cachoeira, podem se tornar os mascotes oficiais da cidade também.

E pensar que tudo isto ocorre em uma cidade com pretensões de pólo de turismo!