segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Se essa rua fosse minha


Imagem: Arquivo

Se essa rua, essa rua
Fosse minha,
Eu mandava, eu mandava...

...Mandava jogar piçarra na tal rua climatizada. É. E por quê? Lá não tem asfalto, não tem calçamento, não tem piso bruto. Tem uma mistura de tudo. Lá não é calçadão nem rua como normalmente se conhece. É um monstro abandonado e, portanto sem regras onde ao transeunte inadvertido são apresentadas duas opções: ser atropelado por um motoqueiro ou ter que ouvir o famigerado cremooooosoooo!

Ninguém à direita, esquerda ou retaguarda moveu uma palha seca para tentar melhorar aquela viela, até o momento. Mas este ano será diferente. Logo, logo aparecerá alguém reformando virtualmente aquele espaço maltratado do centro. Não custa e veremos estampada nos noticiosos locais várias fotos de pretensos e pretendidos em mais uma reunião para mudar de vez. Os defensores da, digamos assim, grande Esperantina, tampouco emprestaram um pouco de seu precioso tempo para imaginar como revitalizar aquilo.

Se uma rua do centro comercial da cidade merece este descaso, o que se dirá das demais ruas da cidade.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O festejo



Pra início de conversa, o festejo não está lá estas coisas todas. Tá certo que estamos apenas no início, mas entre outras coisas a praça tá escura e a estrutura no local ainda deixa a desejar.

Mas difícil mesmo é a situação da praça Lages Rebelo. Nunca foi reformada. Tem bancos quebrados e vegetação de dar dó, sem falar da estrutura física que é um espetáculo à parte, de tão decadente. Só tem um ponto de iluminação e agora uma mente iluminada resolveu instalar dois banheiros químicos nela, logo atrás da igreja matriz. Não poderiam ficar instalados em local mais discreto? Um cidadão insuspeito jura de pés juntos que os WC's foram instalados ali somente para chamar a atenção. Isso sem falar que a dita praça não possui uma única lixeira. É muito azar para uma praça só.

Enquanto outras partes da cidade mereceram a atenção e atraíram as ações reparadoras que se faziam necessárias no quesito iluminação, o centro ficou à mercê das trevas. Assim fica difícil. Lembra aquela história do lençol curto, que quando cobre de um lado, descobre do outro.