sábado, 8 de maio de 2010

Da série: por onde andam




Por onde andam os Amigos de Ritinha?

Depois do estrondoso sucesso nas 25 (??) blitz que paravam quase todos, de repente não ouvi mais comentários a respeito da campanha. O trânsito deve ter melhorado para caramba, senão, ai dos incautos que transitassem sem retrovisores e demais acessórios de segurança.

Justamente agora que algumas vias públicas receberam folheamento asfáltico e alguns motoristas – pois é - resolveram voar baixo pelas ruas, senti falta da danada da campanha.

Não resta mais um único adesivo para acervo histórico? Faixas, cartazes, nada? Ninguém mais a posar para fotos (já li em algum lugar alguém escrevendo pousar, mas deixa pra lá), logo neste momento histórico tão propício que se avizinha? Nenhum candidato cidadão exaltando a importância da campanha? Estou decepcionado. Que país é esse?

terça-feira, 4 de maio de 2010

E a história se repete

Foto: Secom



Não fosse o calendário ao lado da mesa, pensaria ter retornado alguns anos no tempo. Gritos, foguetes, algazarra, luzes vermelhas intermitentes a clarear a escuridão das ruas para anunciar a chegada de uma ambulância. Era preciso mesmo desfile da ambulância pelas ruas do município, qual Napoleão ao adentrar Paris após mais uma batalha ganha? Será que ninguém saberia da existência dela sem o pirotécnico desfile?

Algum tempo atrás era comum se ouvir pelas ondas de rádio que Esperantina estava na UTI, entre outros alarmismos. A internação continua, pelos mesmos motivos. Esperantina está doente. Continua doente (é preciso grifar o termo continua, senão os arlequins simpatizantes entopem a caixa de comentários com bobagens, em textos truncados, ricos em gerúndios). Eis alguns dos muitos males que acometem a cidade: crescimento urbano desordenado, demanda por serviços públicos não atendidos, violência, soberba, ganância, lascívia, o eu antes do nós...

Foi apenas mais um capítulo de uma história que iniciou há décadas. Como já foi dito, a propaganda é mesmo a alma do negócio.