Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Vida que segue

Findo mais um período eleitoral é chegada a hora de voltarmos à doce(?) rotina da vida. Conforme o que se viu no resultado, tudo está bem, como em um conto de fadas. Aliás, a cada dia nos tornamos mais personagens-atores de uma figuração.

Lambidas as feridas é hora de partir pra luta e vivenciar o mundo cor de rosa prometido às custas do erário.

E tenho dito!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

De volta à modorra

Imagem: Arquivo do Blog.


A cidade de Esperantina finalmente voltou à rotina de normalidades, na medida do possível,claro.

Passadas as eleições e com o esfriamento dos grandes debates humanitários, tudo voltou ao que era antes, as calçadas do centro tomadas por mercadorias, os carros que transportam pessoas para as comunidades locais ou outros municípios estacionando no meio da rua ou onde melhor lhes convier, os carros de som importunando todos, enfim, tudo dentro da mais modorrenta normalidade.

No momento, tudo o que mais se comenta é sobre as expectativas da transição do poder executivo e ai os comentários são os mais variados possíveis, ambos os lados enaltecendo as qualidade próprias, numa clara e muda disputa de poder. Nada mais normal por aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Enquanto isso, em um lugar muito distante




Tudo azul no horizonte, céu de brigadeiro na cidade. Nada a incomodar a tranqüilidade passividade nativa. À primeira vista vivemos bem aventuranças, como se a vida fosse um eterno estar à janela.

Sem maiores clamores, parece que a ninguém causa espanto a calmaria que recaiu sobre a cidade nos últimos dias. Nenhum pio sobre a situação dos aprovados nos últimos concursos locais, sem apitaços sobre a situação desoladora do regime próprio de previdência; silenciaram os tambores mesmo sem obras estruturantes.

Para completar o quadro de lassidão, os fiscalizadores se recolheram na insignificância dos cargos e reduziram a estafante rotina de trabalho para dois dias por mês, visto que nada há a declarar sobre o município; nada há a fiscalizar em balancetes que não estão disponíveis; nem mesmo sobre os problemas do trânsito infernal, uma vez que estes foram resolvidos de uma patacoada só, com um trio de agentes em meio período; biblioteca fechada não é problema quando não há leitores; no momento o que interessa é ficar bem na foto, literalmente.