quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Enquanto isso...
Vem pra caixa você também.
Vem!!!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Só rindo
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Falha nossa

Em um post algum tempo atrás, afirmei que somente a cachoeira do urubu não era suficiente para manter o turismo em nossa cidade. Lembrei-me agora que nosso potencial turístico é bem maior.
Se tudo continuar como está, nada sendo feito, no próximo período de chuvas a cidade se converterá na Veneza dos Cocais, com tantas ruas alagadas pela falta de um sistema decente de escoamento das águas pluviais.
Sim. O turismo está salvo! As ruas de determinados bairros serão tomadas pelas águas e logo em seguida virão as gôndolas, com seus gondoleiros com cartão do bolsa família no bolso e remo nas mãos, prontos a levar os visitantes pelas vias. Até vejo a cidade repleta de turistas, cheia de barraquinhas vendendo souvenires, os defectíveis anéis de tucum e panos de prato bordados.
De capital da alegria, passando por capital das águas, dos urubus, do trânsito louco e cidade de jumentos (isso não fui eu quem disse), se as promessas forem cumpridas, Esperantina pode ainda ser conhecida como a capital das réplicas, caso a cidade seja contemplada com uma réplica do canal de Suez, que desviará as furiosas águas do longá para outras plagas, acabando de uma vez com a novela dos alagados e colégios ocupados.
Esperantina tem futuro sim. É só sentar e ficar esperando, esperando...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
A cegueira que atrasa

Incrível a falta de conhecimento da população. Hoje presenciei discussão sobre usufruto de bens públicos. Durante anos a fio as pessoas foram iludidas pelo discurso popularesco da Casa do Povo, que a todos provê.
Pessoas má intencionadas e sem compromisso desviam a atenção da população da incompetência dos seus atos e canaliza as atenções para a prestação de serviços na dita casa. Desta forma, a casa da dinda ora é posto telefônico, ora papelaria e ainda centro de convenções e banheiro público.
Se alguém (eu, por exemplo) tenta passar outras idéias que não sejam estas acima é desacreditado e acusado de querer mandar nas coisas públicas, que o povo paga impostos (e também os sonega) e tem direito a usufruir de tudo, na hora que bem entender, entre outras baboseiras.
Tal pensamento é um achado para os descompromissados que, desta forma, continuam a mascarar a inaptidão para a vida pública, ofertando serviços que nada têm a ver com o exercício do mandato que lhes foi conferido “pela mais democrática" das formas: a eleição. Pois é.
Esta é a nossa triste realidade.sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Só para lembrar

Meados do mês de novembro. Estamos chegando ao final do ano e que projetos importantes foram apresentados para a população de Esperantina?
Nossas ruas continuam sujas (bem menos, mas continuam); a avenida continua uma réplica mal acabada da superfície lunar; a sede atormenta a população da zona rural; o trânsito continua caótico... Toda vez que você pisar em uma poça de lama ou tiver que esperar por horas na esquina para a água da rua baixar, lembre-se de quem recebeu o seu voto prometendo acabar com isso.
Até parece que somos obrigados somente a votar para fortalecer a democracia – o mote é este, não? Nossas obrigações vão além disso. Na verdade, elas vão muito além dele, exigindo participação através do acompanhamento e fiscalização do legislativo. Está na hora de parar com as críticas na esquina e começar a agir.
Alguém já pensou em fazer uma avaliação de desempenho dos “representantes do povo”? É preciso que se acabe com a idéia idiota de que "se o político tal não prestar, na próxima eleição tiramos ele”. Esperar pela próxima eleição pode sair muito caro.
Em tempo de blecaute, que logo logo chegará até nós, não custa lembrar: mais vale acender uma vela que maldizer a escuridão.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Fiat lux

Ainda não sei como os cadeirantes de Esperantina conseguiram sobreviver até o momento sem aquela estupenda passarela construída na Avenida Petrônio Portela. Só faltou construir o Arco do Triunfo. Talvez ainda o construam, após o término(?) do asfaltamento da avenida.
Finalmente os cadeirantes terão liberdade para se movimentar de um lado a outro de nossa Champs-Elyssées, pena que se não forem atropelados durante a travessia, correm sérios riscos de se acidentar nas irregularidades das calçadas que a margeiam.
Por falar em asfalto: porque será que construíram uma passarela às pressas se logo mais – segundo promessas – o asfalto a cobrirá? Neste caso não seria cabível cobrar o disposto na Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 - LRF?
De minha parte, após tomar conhecimento de tão importantes obras, passei a revirar o cafofo em busca de algo propício e eis que encontro um velho skate empoeirado. Lembro que à época em que o adquiri, estava empolgado com as promessas feitas por concorrentes eleitorais em pleno embate, cada qual prometendo asfaltar as ruas de Esperantina. Animado, comprei o skate e fiquei a esperar o asfalto. De tanto esperar em vão, terminei guardando o mesmo para um dia futuro, quando finalmente alguém se propusesse de fato a executar a tal obra, que, como é mesmo... é esperada há mais de 10 anos, como dizem os parvos.
Agora, devidamente preparado para a ocasião, temo ter que esperar mais alguns anos, pois fiquei sabendo que será feito por etapas, sem que pelo menos fossem preparadas as vias, com um nivelamento minimamente decente e considerando que logo teremos o início do período chuvoso e a velha história de que no inverno... blá, blá, blá. Até vejo o ineditismo: a primeira pista de rally urbano e totalmente asfaltada do país e, bem ao gosto dos proponentes, um exemplo para o resto do mundo neoliberal capitalista, vitimado pela ambição dazelite.
Só espero que o novo asfalto não seja igual àquele posto solenemente aos gritos de Agora Vai! Em 2008 na rua Cel. José Fortes e adjacências, que não agüentou um inverno, mas, dizem as más línguas, pavimentou o caminho para as urnas. Pouco provável a tese, afinal, os astros estão alinhados!