quinta-feira, 30 de junho de 2011

Prefeito eleito retorna ao cargo ou O fim ao sereno persistente

Imagem: josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br

  
A cidade foi tomada de surpresa - tá, nem tanto assim – com a decisão da justiça de conceder liminarmente a volta do prefeito eleito de Esperantina, sabe-se lá até quando. Juntamente com a notícia vem a dúvida cruel, que deve ser de muita gente, o que significará realmente esse retorno e o que será do secretariado que antes de ser já era.

Passando ao largo dos apupos e antes de atingir o nirvana partidário, o que nos interessa neste momento é saber, antes de qualquer coisa, o que será desta cidade. Não importa qual maestro, o que interessa é se a banda está afinada e toca.

Não creio que teremos que esperar novamente a arrumação da casa, a pouco mais de um ano para as próximas eleições. Independentemente de euforias ou desânimos, a cidade continua à espera de conserto. Pavimentação não escolhe gestor, ruas esburacadas não ligam para posição ou oposição, lama nos pés desconhecem processos.

Se a situação ora vigente será efêmera ou não, pouco importa. As ações dela resultantes é que importam. A ninguém interessa ficar na platéia eternamente, assistindo dança de cadeiras ao arrepio do desenvolvimento do município.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pó de pirlimpimpim

Banco de Imagens

Cada governo estabelece metas e por vezes alguns deles as cumprem, já outros...

A história do Brasil nos presenteia com inúmeros exemplos delas. Para Washington Luis governar é abrir estradas, e lá se foi rasgar o país para construir estradas. Juscelino Kubitscheck pretendeu desenvolver o Brasil pelo período de cinqüenta anos em cinco, construiu Brasília, aumentou a dívida externa e postergou a produção agrícola. Passo adiante.

Os últimos governos do Brasil foram mais além, o penúltimo quis acabar com a fome no Brasil e o atual pretende aniquilar a miséria. A fome não acabou e a miséria é mais resistente que a superbactéria KCP, ainda mais quando se tenta resolver as coisas somente com propagandas ufanistas. Um momento de silêncio e uma porção de pó de pirlimpimpim.

E por falar em metas, não lembro quais têm sido mesmo as de Esperantina. Diria mais, já não vejo diferença entre os dedos e os anéis.