segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Esperar valeu a pena?


Imagem: umlugaraoceu.blogspot.com




Depois de tanto alarde, aquele banco inaugura sem funcionar em sua plenitude. Qual o motivo da pressa? Muitas pessoas vindas da zona rural ficaram prejudicadas por conta deste descompasso, pois não havia dinheiro nos caixas eletrônicos no início do horário de atendimento. A multidão se espremendo do lado de dentro e fora da agência uma pequena multidão dedicou o dia a bisbilhotar o movimento, como se não tivesse nada melhor a fazer.

Pra não dizer que não falei das flores, ainda me questiono porque depois de tanto tempo de iniciada a obra de construção do banco, somente agora a prefeitura resolveu consertar a rua nas proximidades da agência. Até parece que temia não ter o serviço notado caso o tivesse executado meses antes. Não há que temer o desprezo do jeito que está agora, quando cada passada é um flash.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

E agora?


Assim como muitas outras coisas em Cocal City, mais uma teve fim: a chamada esquina da amargura. Conhecida por aglomerar diversas pessoas à sombra de frondosa árvore onde – comenta-se à boca pequena – se reúnem para choramingar, viver glórias passadas e agourar as presentes.

Imagem: Arquivo
Que triste fim teve a esquina! As árvores foram derrubadas e nem uma mísera postagem ou comentário mereceu nas redes sociais. Desta vez – como de praxe ultimamente – nenhum acalorado debate ou mesmo um singelo ui para lamentar a perda da Ágora dos Cocais. Triste fim. Pelo visto até mesmo uma árvore artificial de natal teria maior apelo ecológico.

E qual o motivo de tal destruição? Todo mundo explica que foi apenas para o cumprimento da lei, que manda que todos os de terrenos localizados na zona urbana sejam devidamente murados e dotados de calçadas. Ah, bom. Pensei que fosse apenas implicância com as reuniões, em mais um capítulo do ranço ideológico que fincou raízes por aqui.