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Imagem: https://ahoradaestela.wordpress.com |
A cidade singular, que sempre será palco dos maiores eventos
e que aspira ser grande centro de tudo, não passa de um celeiro de oportunidades
para uns poucos.
Ao passar dos anos, continuamente assistimos ao lento
definhamento do pouco já conquistado em matéria de desenvolvimento. Aqui temos
uma rua que, de climatizada, passou a traumatizada; um mercado que seria
reformado para inaugurar, mas que na realidade será reformado antes da reforma
inaugurada; um terreno baldio que um dia foi um estádio e que deve virar
reserva ecológica. Um teatro em que o único espetáculo é ver que ainda não caiu.
E ainda uma relação de outras banalidades.
Com tantas oportunidades para buscar soluções e desenvolver
o município, nos vemos cercados por tolices, obras vazias, festas que não passam
de promoção pessoal, discursos ocos e uma plateia ávida para aplaudir em troca
de empregos, afogadas em imediatismos e devaneios tolos. Até quando?
E tenho dito!