Com toda
evolução que o mundo passa ainda existem rincões
onde o obscurantismo reina. Não obstante os claros sinais de
que aspiramos por mudanças politicas, diversos grupos se negam
a aceitar a nova realidade.
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Em uma cidade distante de um país mais distante ainda, sempre que se aproximam eleições, diversos grupos
de chefetes políticos se lançam à dura missão
de conquistar votos para seus amados e idolatrados padrinhos, sem
maiores intenções que conseguir um DAS e quem sabe
ainda um empreguinho que não demande maiores esforços.
É
preciso separar o exercício de atividade pública e
devoção política. Chega de lotear os órgãos
públicos pelo numero de votos. Por conta desta prática
lastimável assistimos a um festival de horrores em diversos
órgãos públicos nos mais diversos níveis.
Em
decorrência ainda deste apadrinhamento todos aqueles que se
esforçam para passar em concursos públicos se vêem
preteridos, por exemplo, na simples lotação em
determinados setores ou locais de trabalho. Ganha mais quem tiver um
padrinho que dê um “jeitinho” para descolar aquela vaga
maneira no lugar do colega que estudou mais.
Esses
tipinhos – ao menos parte deles – são os mesmos que cobram
medidas contra a corrupção que assola o país,
fazendo cara de paisagem quando confrontados com as mutretas que
fazem para se dar bem, se esquivando de perguntas comprometedoras
sobre como conseguem melhores vagas nos melhores locais.
Essas
benesses são efêmeras, caros cidadãos. Não
há mal que nunca se acabe e nem bem que pra sempre dure. Um
pouco de decência, ao menos. Progridam sem acotovelamentos!