segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Previsões Previsíveis para 2013


Imagem: Arquivo do blog.
E os Maias estavam errados. Sendo assim, as previsões previsíveis para o ano  de 2013 são as seguintes:

- O festejo de janeiro será marcado pelo som abusivo dos carros de som;
- Alguém dirá que "este ano não tem inverno!";
- A volta da "herança maldita";
- A turma do "fui eu quem fez isto" ficará na retranca, pronta para os botes;
- O carnaval será modorrento como sempre;
- Os professores da rede estadual farão greve;
- A semana santa dos cocais prosseguirá em franca queda livre;
- A relação erário/imprensa continuará de vento em popa;
- O trânsito continuará a zorra de sempre;
- Chuvas tomarão a avenida-rio e novamente a retórica ufanista fará reformas  virtuais por lá;
- O festival junino continuará feito a toque de caixa (público, diga-se de passagem);
- Eles continuarão a não fazer nada de proveitoso para nós;
Aquela banda de forró que tem lugar cativo nas festividades no município continuará inédita por aqui, como nos anos anteriores.

A expectativa

Meio copo ou cheio: depende de quem observa.


Ano novo se aproxima e mais uma administração a ser testada no comando de Esperantina. Será o fim dos meio-fios pintados de branco? Será o fim dos asfaltos jogados sem manejo algum nas ruas e avenidas? Veremos mais pessoas participando das licitações ou só o grupo de apoio?

As expectativas, como sempre, são grandes ante o desafio da nova administração, como em todos os anos anteriores. O que não se espera é que meia dúzia de apaniguados se beneficiem e o restante do funcionalismo permaneça ao largo das decisões que lhes dizem respeito.

A cidade de Esperantina já merece assistir ao tal estádio sair dos planos de papel, o mercado público submergir da imundície, as ruas limpas e livres do lamaçal e devidamente sinalizadas. Também seria de bom alvitre que os ditos escolhidos entre a populaçao de votantes para dirigir suas respectivas pastas o façam sem salto alto, que abandonem os óculos escuros e lembrem que são apenas quatro anos.

Nuvens negras se avizinham no horizonte. Menos oba-oba. O resto virá. Ou não.